Olá fofoqueiros!

Que tal saber mais um pouquinho acerca do autor Jefferson Andrade e de sua obra “O Conto do Mundo Perdido – As Crônicas do Ragnarok”? Então vem comigo.

Autor Jefferson Andrade

 1.   Olá Jefferson, agradeço por ter concedido essa entrevista a minha humilde pessoa. Seu livro me deixou muito curiosa e quero perguntar algumas coisas a respeito da criação dessa obra. Primeiro a pergunta mais leve (*risos maléficos*). Como surgiu a ideia na sua cabeça, foi um filme, um livro...?

(Jefferson): Já havia começado um esqueleto da história quando garoto (salvava o arquivo em disquete, pra ti ver como era coisa do arco da velha rsrs), mas somente em 2011 recomecei a história, de uma forma totalmente renovada e muito mais profunda. Dois fatores me levaram a este recomeço: O primeiro foi que na época comecei a ler a série de livros do Percy Jackson, e me identifiquei absurdamente com a forma com que Rick Riordan construiu aquele universo, e na mesma hora tive vontade de fazer algo nesse sentido com a mitologia nórdica; Segundo, e muito mais engraçado, foi àquela história de que para um homem estar completo na vida ele precisa ter um filho, escrever um livro e plantar uma árvore. Pois bem, eu estava plantando uma árvore quando um amigo me sugeriu que só faltava escrever um livro naquele momento (meu filho havia nascido poucos meses antes kkkk). Juntei então os dois incentivos e pus as mãos à obra.
  

2.      O que o leitor pode esperar de sua obra?


(Jefferson): Pode esperar bastante aventura e, principalmente, muitas cenas de batalhas. Procurei colocar no livro aquilo que mais chama minha atenção como leitor, então acredito que poderei agradar o meu leitor em sempre satisfazê-lo com aquilo que ele espera de uma fantasia.



3.      Livros de fantasia dependem muito da criatividade do autor, mas sabemos que há fatos para se basear e muitas pesquisas envolvidas. Não é um processo rápido, quanto tempo levou para a construção da obra “O Conto do Mundo Perdido – As Crônicas do Ragnarok”?

(Jefferson): O Conto do Mundo Perdido é apenas o primeiro livro da série, e como em todo começo, foi extremamente complicado obter o ponto de equilíbrio de em qual momento deveria criar algo e em qual deveria me valer da base mitológica já existente. Com isso, até achar esse ponto ideal, três anos se passaram entre o prólogo e o epílogo, terminado em janeiro de 2014.



4.   Sobre seus personagens, ele vem apenas de sua imaginação ou tem base na realidade?

(Jefferson): Baseado na realidade mesmo acho que só o personagem principal, Gregory, que é o único humano de fato na história (rsrs). Os demais, apesar de provenientes de raças com sangue mágico, são imaginados dentre personagens da própria mitologia nórdica, embora não fujam tanto à nossa realidade moral (afinal, nunca conversei com um elfo pra saber como ele pensa kkkk).



5.      E já que estamos falando de personagens, sei que todos são amados, mas qual deles é o seu queridinho? E por quê?

(Jefferson): Ah com certeza é o Gregory, embora existam outros que eu goste muito. Acredito que o tenha construído projetando uma visão beeem melhorada da minha pessoa (rsrs), mas é fato que ele tem muito de mim em suas características.



6.      Bom, você é um Capitão do exército (sim fofoqueiros, vocês não leram errado), isso ajudou na hora de criar o personagem principal?

(Jefferson): Isso foi uma mera coincidência (kkkkk). Brincadeiras a parte, eu acredito que ele sendo um militar seja um facilitador para que ele melhor se adapte a esta nova situação em sua vida, devido às grandes aventuras e perigos que irá enfrentar com o decorrer da história, já que adaptabilidade é uma das principais características de um militar (digo por experiência própria rsrs).




7.      Quais são as semelhanças entre você e Gregory (personagem principal)?

(Jefferson): As semelhanças surgiram sem querer, mas conforme ia revisando o texto percebi que cada vez mais ele tinha um pouco do Jefferson. Visão moral das coisas, a percepção do mundo ao seu redor, o empenho para o cumprimento da missão, o jeito extrovertido, entre outros, acredito serem um pouco do Jefferson que se projeta no cenário fantástico, com a possibilidade de poder fazer aquilo que eu, mesmo como militar, jamais poderia fazer.



8.      Sua profissão ajudou você na hora de construir as cenas de ação?

(Jefferson): Com certeza que ajudou (hehehe). Servi três anos na Amazônia, em Roraima, e, além disso, em toda minha carreira, pude conhecer muita coisa que a maioria nunca pensou em passar. Não me refiro apenas às andanças pela geografia brasileira, mas conhecer um verdadeiro mundo fechado como é a selva amazônica. Poder entender como é se deslocar em um ambiente inóspito e às vezes até mesmo hostil, me ajudou bastante a tentar criar um cenário cada vez mais fidedigno à complexidade da situação. Além disso, temos muito ensinamento em manobras de tropas em batalhas, e com certeza pude colocar muito disso no meu texto, o que acho que vai agradar bastante aos leitores.


9.      “O Conto do Mundo Perdido – As Crônicas do Ragnarok” é o 1° livro de uma série, já são quantos livros? Qual será o próximo a ser lançado?

(Jefferson): Estou planejando a série com cinco livros (espero conseguir terminar nesse número kkkk), e até o momento já fechei dois deles, sendo que o segundo volume será lançado em Agosto, na Bienal de SP, com o nome “O Confronto dos Imortais”.



10.  Você tem novos projetos? Algum que queira compartilhar conosco?

(Jefferson): Possuo outros projetos em mente, incluindo romances históricos, mais fantasias e uma distopia, mas por enquanto eles estão apenas registrados nos meus arquivos. Só irei fazê-los andar com o avanço das Crônicas.



11.  O que você diria para alguém que quer começar a escrever?

(Jefferson): Escreva sobre aquilo que você realmente gosta aquilo que você domina. Não vá pelo viés de trabalhar algo que seja “mais comercial”, pois se você não dominar aquele assunto, simplesmente cairá no esquecimento. Faça o que gosta, e o resultado será o melhor possível.



12.  Agora a mais difícil, quero que se defina em cinco palavras (eu sei, sou muito má).


(Jefferson): Transformar esforço em qualidade sempre.



13.  Por último, mas não menos importante, deixe uma mensagem para os leitores.

(Jefferson): Espero que todos tenham gostado da entrevista. Não sou muito bom em ficar falando de mim mesmo (rsrs), mas espero que possam sair daqui com a impressão de que sempre terão em mim alguém que se dedica muito ao que faz e que, principalmente, acredito ser o leitor a parte mais importante de todo esse processo. Obrigado pela atenção de vocês, e estou sempre à disposição. Um grande abraço, e que As Crônicas Comecem!!


Obrigada Jefferson, por conceder essa entrevista ao Fofocando Sobre Livros, me sinto muito honrada em ter você como parceiro e tenho certeza que vou fofocar muito de você e suas obras. Um grande abraço!



Então fofoqueiros, por hoje é só, espero que tenham gostado da entrevista, não esqueçam de comentar sua opinião, ok? Caso ainda não seja seguidor do blog, vire seguidor e fique por dentro das fofocas.
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Beijinhos em todos vocês!

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